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Comentários

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Edilton Calado, Advogado
Edilton Calado
Comentário · há 12 anos
Pelos comentários acima expressos, se pode denotar que se trata de beneficiários dessa fábrica de excelências e de cidadãos de primeira classe que é o judiciário brasileiro. O ranqueamento é evidente mesmo quando se comparam os profissionais servidores de mesmo nível e da mesma formação, porém lotados em poderes diferentes. Um médico que ensina sua especialidade em um hospital universitário (com vínculo ao Ministério da Educação, portanto, integrante do Poder Executivo), tem vencimento de R$ 4.200,00. Se esse mesmo médico for para qualquer órgão do Judiciário ou do Legislativo, seu vencimento inicial não será inferior a R$ 8.000,00. É o Governo Federal plantando, cultivando e perpetuando diferenças entre cidadãos em uma Nação regida por uma Carta Magna que preconiza a igualdade (Art. CF/88). Quando se fala nos benefícios aí a situação é muito mais escandalosa! Somente para citar um deles, o auxílio alimentação dos servidores do Executivo Federal é pago no valor de R$ 373,00, enquanto que dos outros poderes (Federais) é superior a R$ 760,00. Conclui-se que o estômago do pessoal do Executivo é menor e o intestino é mais rústico, pois, pode comer menos e alimentos de qualidade inferior. Mas, para "compensar esse antagonismo" o Supremo Tribunal Federal, que em FEV/2014 reconheceu que a matéria EQUIPARAÇÃO DO VALOR DO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO é de repercussão nacional, ainda assim seu decisório será no sentido de julgar inconstitucional essa equiparação, alegando a impossibilidade de isonomia de benefícios, visto que em troca o governo já acenou com mais um reajuste de vencimentos, auxílio alimentação e auxílio creche para o pessoal do Judiciário, e nessa vai junto o Ministério Público, Tribunais de Contas. . . Não me acusem de frustrado ou recalcado por não sentar no lado nobre da mesa, até porque não me considero injustiçado ou vulnerável diante desse quadro e acho que os servidores merecem ser bem remunerados, ter uma vida digna e confortável, porém não dá para negar a existência desse abismo funcional com agravamento galopante que se instalou no serviço público brasileiro.
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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 7 anos
Nobres colegas, não entendo este radicalismo oposicionista de alguns em relação a flexibilização da posse e do porte de arma concedido pelo atual governo. O Estatuto do desarmamento só foi criado para privar o cidadão de bem do uso e do porte de arma, o bandido marginal continuou armado matando as pessoas de bem, seus concorrentes e desafetos, não houve nenhuma queda nos índices de homicídio com arma de fogo e do crime de roubo com arma de fogo. Agora que o atual governo esta equilibrando o jogo, aparecem os defensores dos direitos dos manos criticando com argumentos totalmente sofistas. Talvez estejam preocupados com os manos do MST que vão correr grandes riscos ao invadirem as propriedades rurais.

Não podemos olvidar, andar armado não é a solução dos problemas, poderá causar mais problemas, dependendo do caso concreto. Por outro lado, as vezes é melhor tê-la quando precisar do que não tê-la, mas é preciso saber usá-la para não cometer erros que poderão ser de proporções catastróficas. Na verdade quem nos protege é Deus, contudo, não podemos ficar a mercê dos incompreendidos marginais. Se o governo pretérito não conseguiu desarmar os bandidos, justo será dar o direito ao porte de arma não só ao advogado, deve se estender ao cidadão de bem.

Na Inglaterra, país de primeiro mundo e de leis severas em face do porte de arma de fogo, o ministério do interior britânico registrou uma alta preocupante com a elevação dos crimes com facas na Inglaterra e no País de Gales, onde no ano de 2017 foram registradas 22 mil ocorrências de tentativas de homicídios e homicídios com faca. Portanto, digo a vocês, armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas, utilizando de vários meios, seja com pedras, facas, venenos etc...É a natureza humana que deve ser contida com a civilidade, respeito as regras e amor ao próximo, atributos que não eram prioridade do governo pretérito.

A flexibilização para a posse e o porte de arma de fogo, pouca irá contribuir com este número já alarmante de violência no Brasil. O grande problema do Brasil foi a instauração da política de mitigar os valores morais e familiares, a flexibilização do consumo de drogasse por fim, a mitigação dos valores cristãos tudo fruto de uma política neo liberalista/anarquista do governo pretérito que despreza a disciplina, valores morais e o respeito ao próximo. Portanto, conclui-se, não há mais espaço no Brasil para demagogia e para o sofismo barato de alguns.
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Lindoval Bezerra Advogado, Advogado
Lindoval Bezerra Advogado
Comentário · há 7 anos
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